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Próximo DrepaEncontro: A importância da Dádiva de Sangue

Updated: May 6

O próximo DrepaEncontro é sobre a importância da dádiva de sangue. Para pacientes com Drepanocitose, transfusões de sangue são um tratamento crucial, reduzindo complicações e melhorando a qualidade de vida. Para este tema tão importante, vamos contar com o conhecimento e a experiência de Teresa Sevivas (CHUC) e de Cristina Caeiro (IPST).

Doar sangue, é um gesto que pode salvar vidas e transformar o dia a dia de quem enfrenta essa condição.



A dádiva de sangue desempenha um papel vital no tratamento de diversas condições médicas, e uma das mais críticas é a drepanocitose, também conhecida como anemia falciforme. Esta é uma doença genética do sangue caracterizada pela presença de hemoglobina S, uma proteína que faz com que as células sanguíneas se tornem rígidas e em forma de foice ou meia-lua. Essas células anormais podem bloquear pequenos vasos sanguíneos, resultando em dor intensa, infecções, dano a órgãos e outras complicações sérias.


Para os pacientes com Drepanocitose, a transfusão de sangue é um tratamento fundamental. Ela ajuda a reduzir a quantidade de hemoglobina S no corpo, diminuindo os riscos associados ao bloqueio dos vasos sanguíneos e melhorando o transporte de oxigênio para órgãos e tecidos. As transfusões também são utilizadas para prevenir ou tratar complicações como acidentes vasculares cerebrais, crises de dor intensa e danos ao fígado ou aos rins. Além de fornecer alívio imediato durante crises agudas, a transfusão regular de sangue pode ser uma parte do tratamento a longo prazo para pacientes com Drepanocitose. Ela pode ajudar a diminuir a frequência de crises e reduzir a gravidade dos sintomas, proporcionando uma qualidade de vida significativamente melhorada.


A importância da doação de sangue nesse contexto não pode ser subestimada. Sem um suprimento constante e diversificado de sangue nos bancos de sangue, os pacientes com drepanocitose correm o risco de não receber o tratamento necessário. Como essa doença é mais comum em certas comunidades, especialmente entre pessoas de ascendência africana ou mediterrânea, é crucial que a diversidade nos doadores de sangue seja incentivada, garantindo uma compatibilidade maior entre doadores e receptores.


Cada doação de sangue pode ser a diferença entre uma crise controlada e um evento de risco à vida para um paciente com drepanocitose. Por isso, o ato de doar sangue é uma forma de solidariedade que não apenas salva vidas, mas também melhora a qualidade de vida daqueles que vivem com essa condição. Se tem a capacidade de doar sangue, considere a doação como um ato de amor e apoio a pessoas que enfrentam diariamente os desafios da Drepanocitose. Cada doação é um passo em direção a um futuro com menos dor e mais esperança para esses pacientes.


Estaremos à conversa já no dia 11 de Maio às 14h30 (PT), num momento informal de partilha. Faça já a sua inscrição gratuita!





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